Estatuto Social

Comunidade na sede da CNBB realiza momento penitencial “24 horas para o Senhor”

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Iniciativa será promovida no Vaticano na próxima sexta-feira, dia 24

Comunidade na sede da CNBB realiza momento penitencial “24 horas para o Senhor”“A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa da Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte”. Com esta motivação extraída de uma homilia do papa Francisco a comunidade da sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), vivencia, nesta sexta-feira, dia 17 de março, o momento especial de Penitência “24 horas para o Senhor”. 

A iniciativa é promovida pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, no Tempo da Quaresma. Em todo o mundo, as paróquias são convidadas a participarem das celebrações, que consistem em adoração ao Santíssimo Sacramento e atendimento de confissões. Na Santa Sé, o momento realiza-se nos dias 24 e 25 deste mês. O tema deste ano é “Eu quero misericórdia”, extraído do Evangelho de Mateus (Mt 9,13).

Assim como o papa, que presidiu a liturgia penitencial na Basílica de São Pedro, nesta sexta-feira, a comunidade da CNBB antecipou em uma semana a data em que todas as comunidades paroquiais colocarão o Sacramento da Reconciliação no centro do caminho da nova evangelização em toda a Igreja. 

 Comunidade na sede da CNBB realiza momento penitencial “24 horas para o Senhor”A atividade em Brasília teve início com a celebração eucarística, presidida pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Como de costume, alguns temas foram refletidos com os colaboradores da matriz: o tempo de conversão quaresmal; a Campanha da Fraternidade 2017, cujo tema é “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”; e o Dia Internacional da Mulher. Após a missa, teve início a exposição do Santíssimo e o atendimento de confissões pelos padres Deusmar Jesus da Silva, Rafael Vieira Silva e Paulo Renato de Campos. Em grupos, os colaboradores revezaram-se nos momentos de adoração na capela.

Fonte: CNBB