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Para evitar uso impróprio o hábito de Madre Teresa é marca registrada

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O governo da Índia “permitiu o reconhecimento do copyright”

(ZENIT – Roma, 11 Jul. 2017).- O sari, a veste típica da mulher indiana usada por Madre Teresa na cor branca com bordas azuis, virou uma marca registrada. O informou Radio Vaticano citando Asia News, precisando que o hábito escolhido para as Missionárias da Caridade, adotado no mundo inteiro desde 1950, agora é reconhecido de exclusiva “propriedade intelectual” da Congregação, fundada pela santa de Calcutá cerca de 70 anos atrás, para evitar o uso impróprio.

O Registro de Marcas do governo da Índia “permitiu o reconhecimento do copyright”, depois de 3 anos de um rígido exame dos procedimentos legais e em acordo concomitante ao processo de canonização da santa, ocorrido em 4 de setembro de 2016, no Vaticano. De fato, o registro foi formalmente concedido no início do ano passado e se trata do primeiro caso de copyright de uma ‘roupa’ religiosa no mundo.

Ainda segundo o advogado, as missionárias não amam “a publicidade e, por isso, não tinham divulgado a notícia. Mas como se vê um uso impróprio e sem escrúpulos do hábito, queremos difundir às pessoas que a marca está registrada”.

O objetivo é tutelar a reputação de Madre Teresa através do seu hábito usado, pela primeira vez, em 1948. Dois anos depois, em 1950, foi reconhecido como “símbolo de paz e caridade no mundo”: o branco das vestes das missionárias pode ser representado pela verdade e, as linhas azuis, são associadas à Virgem Maria e aos três votos de pobreza, castidade e obediência aos mais pobres.

Fonte: ZENIT