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Arquidioceses acolhem “com alegria” e “coração aberto” os novos bispos auxiliares

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O arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ), cardeal Orani João Tempesta, saudou por meio de uma carta o padre Juarez Delorto Secco, nomeado pelo papa Francisco nesta quarta-feira, 7 de junho, auxiliar da arquidiocese.

“Caro monsenhor Juarez, quero acolhê-lo, de coração aberto, como nosso precioso colaborador no serviço alegre à grande metrópole carioca”, escreveu dom Orani. Delorto integrará um grupo que atualmente é de cinco bispos auxiliares, com a incumbência de colaborar no serviço pastoral na região metropolitana da capital fluminense.

Dom Orani apontou que a primeira atividade do bispo, como o pregador da Palavra de Deus, “é comunicar a todos os homens e mulheres o Evangelho da Misericórdia, estando atento, especialmente, às situações de desventura, de pobreza e de dificuldade, levando a presença consoladora da Igreja e transformando, com o seu testemunho, estas realidades que merecem especial atenção do ministério episcopal”.

O arcebispo ainda afirmou que monsenhor Juarez, como novo bispo auxiliar, “colocará em prática a sua apreciada e fecunda atividade pastoral nestes quase vinte anos a serviço do povo de Deus” e que na arquidiocese estão “esperançosos e felizes com sua chegada e presença”. “Que o senhor, como nosso intrépido bispo auxiliar, se delicie em percorrer a nossa vasta arquidiocese, levando o amor de Deus e testemunhando o Senhor Jesus”, desejou.

Ao final de sua mensagem, o cardeal Tempesta confiou o ministério sacerdotal a Nossa Senhora Aparecida, “para que ela preencha o seu coração da virtude da esperança, confiante no mistério de Deus. Que nas fadigas desafiantes da ação episcopal dentro de nossa arquidiocese esteja sempre presente a Virgem Maria, a Mãe que Jesus ofereceu a todos nós, para amparar os nossos passos e dizer ao nosso íntimo: Levanta-te, porque Cristo te chama para testemunhar a luz do Redentor nesta arquidiocese, que passa a ser a sua cidade e a sua seara na vida apostólica. Que São Sebastião o guie nas terras cariocas. Sê bem-vindo!”

Atualmente com cinco bispos auxiliares, a arquidiocese do Rio possui 265 paróquias, dividas em 8 vicariatos episcopais territoriais. Até 2019, as prioridades pastorais são refletidas em temáticas: 2017, Ano Mariano e da Família; 2018, Ano do Cristão Leigo; e 2019, Ano Vocacional.
A arquidiocese tem como padroeiro principal São Sebastião e como padroeira secundária Sant’Ana, cujas estátuas, esculpidas em granito pelo escultor Humberto Cozzo, estão na catedral metropolitana.

Curitiba
A arquidiocese de Curitiba (PR) acolheu seus novos auxiliares com uma publicação no Facebook: “Hoje recebemos com muita alegria a notícia da nomeação dos dois novos bispos auxiliares para nossa arquidiocese”. Dando as boas-vindas, a publicação ressalta a certeza de que as presenças dos novos prelados “contribuirão muito para nossos trabalhos de evangelização”.

A arquidiocese de Curitiba foi criada em 27 de abril de 1892, ainda como diocese, por meio de uma bula do papa Leão XIII. A elevação ocorreu em 1926, no governo de dom João Francisco Braga. À frente do governo pastoral, dom José Antônio Peruzzo, é o sexto arcebispo da sede metropolitana.

A história da própria cidade de Curitiba está ligada à padroeira da arquidiocese, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. A veneração mariana por parte dos “penetradores do sertão” os levou a tentarem conquistar um terreno ocupado por índios caingangues, que os acolheram e cederam o terreno que abrigou a capital paranaense. O próprio nome Curitiba tem origem indígena, significando pinhais em Tupi-Guarani.

Fonte: CNBB