Estatuto Social

Os bombeiros de Nova Iorque e o 11 de setembro de 2001

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Nova Iorque (RV) - Nesta segunda-feira, os Estados Unidos recordam as vítimas dos ataques terroristas perpetrados em 11 de setembro de 2001. 

Passaram-se dezesseis anos daquele dia terrível em que quase três mil pessoas perderam a vida. Em Nova Iorque, morreram 343 bombeiros que salvaram milhares de vidas nas Torres Gêmeas do World Trade Center.

Sobre como os “Heróis de 11 de setembro” viveram esses anos, a Rádio Vaticano-Secretaria para a Comunicação conversou com Daniel Nigro que na época dos atentados era o comandante do Corpo de Bombeiros de Nova Iorque.

“A tristeza nunca abandonará os membros do Corpo de Bombeiros, especialmente os que ainda prestam serviço há dezesseis anos do atentado de onze de setembro. Muitos membros atuais do Corpo de Bombeiros eram jovens na época e entraram depois de 11 de setembro. Sobretudo para quem estava de serviço naquele dia, há muita tristeza: permanece a lembrança dos eventos daquele dia e das pessoas que perderam tragicamente a vida em 11 de setembro. Passaram-se 16 anos daquele evento, mas para os membros do Corpo de Bombeiros o tempo passado realmente não conta”, disse Nigro.

O ex-comandante sublinhou a importância da fé e da esperança na vida dos bombeiros de Nova Iorque, como também dos sobreviventes e os familiares das vítimas. Recordou os últimos três pontífices que os receberam no Vaticano.

“O Papa João Paulo II, na época dos atentados, nos recebeu no Vaticano, assim como Bento XVI e o Papa Francisco. Eles nos confortaram muito com suas palavras.” 

Nigro falou sobre o compromisso dos bombeiros de Nova Iorque e da Polícia no enfrentamento a novos ataques terroristas:
 
“Levamos adiante uma atividade de preparação extraordinária em vista de outros ataques. O Corpo de Bombeiros junto com a Polícia trabalharam juntos para estarem preparados a todo evento possível, para outros ataques. A lição de 11 de setembro nos ensina que algo que nunca teríamos imaginado os terroristas podem fazer acontecer.”

(MJ/AG)

Fonte: Rádio Vaticano