Estatuto Social

Quinta - Feira, 26 de Novembro de 2015 - 5ª-feira da 34ª Semana Tempo Comum

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Cor: Verde

Leituras do Dia


1ª Leitura - Dn 6,12-28
Salmo - Dn 3,68. 69. 70. 71. 72. 73. 74 (R. 59b)
Evangelho - Lc 21,20-28
Reflexão - Lc 21, 20-28

1ª Leitura - Dn 6,12-28

O meu Deus enviou seu anjo e fechou a boca dos leões. Naqueles dias:
12Aproximaram-se, pois, aqueles homens
e encontraram Daniel orando
e fazendo preces a seu Deus.
13Foram ter com o rei
e falaram a propósito do decreto:
"Ó rei, acaso não assinaste um decreto
segundo o qual toda pessoa que, nos próximos trinta dias,
que não sejas tu, ó rei,
seria atirada na cova dos leões?"
O rei respondeu:
"O que dizeis, é verdade,
como manda a lei dos medos e persas,
e que não se pode violar."
14Então eles disseram perante o rei:
"Daniel, um dos cativos de Judá,
não fez caso de ti, ó rei,
nem do decreto que assinaste,
mas três vezes por dia
ele faz suas preces e orações."
15Ao ouvir isto,
o rei ficou muito desapontado,
e tomou a resolução de salvar Daniel,
empenhando-se em libertá-lo antes do pôr-do-sol.
16Mas aqueles homens instaram com o rei e disseram:
"Não te esqueças, ó rei,
de que é lei dos medos e persas
que não se pode mudar nenhum decreto
que o rei tenha promulgado."
17Então o rei deu ordem para buscar Daniel
e lançá-lo na cova dos leões.
E disse a ele:
"O teu Deus, a quem prestas culto com perseverança,
haverá de salvar-te."
18Trouxeram uma pedra
e colocaram-na sobre a boca da cova,
que o rei marcou com seu anel e os dos grandes da corte,
para que nada se tentasse contra Daniel.
19O rei retirou-se para o palácio e foi dormir sem cear,
e não quis que lhe trouxessem comida;
além disso, não conseguiu conciliar o sono.
20Ao raiar do dia, levantou-se o rei
e foi apressadamente à cova dos leões;
21aproximando-se da cova,
chamou por Daniel com voz aflita,
e disse:
"Daniel, servo do Deus vivo,
teu Deus, a quem prestas culto com perseverança,
pôde salvar-te do leões?"
22E Daniel respondeu ao rei:
"Ó rei, vive para sempre!
23O meu Deus enviou seu anjo
e fechou a boca dos leões;
os leões não me fizeram mal,
porque, na presença dele,
foi provada a minha inocência;
tampouco pratiquei qualquer crime
contra ti, ó rei."
24Com isso, alegrou-se grandemente o rei;
e mandou tirar Daniel da cova;
quando o retiraram, nenhuma lesão mostrava ele,
porque acreditara em seu Deus.
25O rei mandou vir os homens que acusaram Daniel,
e os fez lançar na cova dos leões,
juntamente com seus filhos e suas mulheres;
estes não tinham chegado ao fundo da cova,
e já os leões caíam sobre eles,
esmagando-lhes os ossos.
26Então o rei Dario
escreveu a todos os povos, nações e línguas
que habitavam a terra:
"Que vossa paz se multiplique.
27Está decretado por mim que,
em todo o território do meu império,
todos respeitem e temam o Deus de Daniel:
ele é o Deus vivo
que permanece para sempre,
seu reino não será destruído
e seu poder durará eternamente;
28ele é o libertador e o salvador,
que opera sinais e maravilhas
no céu e na terra.
Foi ele quem salvou Daniel
das garras dos leões!"
Palavra do Senhor.

Salmo - Dn 3,68. 69. 70. 71. 72. 73. 74 (R. 59b)

68Orvalhos e garoas, bendizei o Senhor!R.

69Geada e frio, bendizei o Senhor!R.

70Gelos e neves, bendizei o Senhor!R.

71Noites e dias, bendizei o Senhor!R.

72Luzes e trevas, bendizei o Senhor!R.

73Raios e nuvens, bendizei o Senhor!R.

74Ilhas e terra, bendizei o Senhor!R.

Evangelho - Lc 21,20-28

Jerusalém será pisada pelos infiéis,
até que o tempo dos pagãos se complete. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
20Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos,
ficai sabendo que a sua destruição está próxima.
21Então, os que estiverem na Judéia,
devem fugir para as montanhas;
os que estiverem no meio da cidade, devem afastar-se;
os que estiverem no campo, não entrem na cidade.
22Pois esses dias são de vingança,
para que se cumpra tudo o que dizem as Escrituras.
23Infelizes das mulheres grávidas
e daquelas que estiverem amamentando naqueles dias,
pois haverá uma grande calamidade na terra
e ira contra este povo.
24Serão mortos pela espada
e levados presos para todas as nações.
e Jerusalém será pisada pelos infiéis,
até que o tempo dos pagãos se complete.
25Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas.
Na terra, as nações ficarão angustiadas,
com pavor do barulho do mar e das ondas.
26Os homens vão desmaiar de medo,
só em pensar no que vai acontecer ao mundo,
porque as forças do céu serão abaladas.
27Então eles verão o Filho do Homem,
vindo numa nuvem com grande poder e glória.
28Quando estas coisas começarem a acontecer,
levantai-vos e erguei a cabeça,
porque a vossa libertação está próxima."
Palavra da Salvação.

Reflexão - Lc 21, 20-28

A libertação verdadeira da pessoa humana é fruto de dois elementos importantes: o primeiro é o seu compromisso pessoal e comunitário com o Reino de Deus e com a comunidade à qual pertence, de modo que a sua vida passa a ser uma constante luta histórica de transformação da realidade tendo como critério os valores do Evangelho; o segundo é a confiança inabalável da presença atuante de Deus na sua vida e na história dos homens como o grande parceiro que está ao lado dos que assumem a luta por um mundo novo. Somente a união entre esses dois elementos pode garantir um processo histórico verdadeiramente libertador.

Fonte: CNBB